# Roubo de Hackers Atinge Banco Central do Brasil
Key Takeaways
- Hackers brasileiros usaram lojas falsas do Google Play para disseminar malware em smartphones.
- Os dispositivos infectados foram usados para minerar criptomoedas e distribuir malware bancário.
- Trojans específicos miraram carteiras de criptomoeda, alterando endereços de carteiras reais para endereços controlados pelos atacantes.
- Recentemente, hackers também usaram criptomoedas em manobras de lavagem de dinheiro após um roubo bancário no Brasil.
WEEX Crypto News, 22 March 2026
A Surge de Cibercrimes no Brasil
Nos últimos tempos, o Brasil tem testemunhado uma onda crescente de cibercrimes, com hackers explorando tecnologias avançadas para realizar golpes expressivos. Um dos incidentes mais recentes e impactantes envolveu hackers que utilizaram a loja falsa do Google Play para instalar malwares em dispositivos Android. Esses aplicativos fraudulentos não apenas transformavam os aparelhos em plataformas de mineração de criptomoedas, mas também permitiam a instalação de malwares bancários que concediam acesso remoto aos invasores. Além disso, trojans bancários sofisticados foram instalados, especialmente visando carteiras digitais como Binance e Trust Wallet, alterando endereços de carteira durante transferências de USDT sem o conhecimento dos usuários.
Uso de Criptomoedas em Lavagem de Dinheiro
Outro caso alarmante que ocorreu foi quando um grupo de hackers invadiu um provedor de serviços relacionado ao Banco Central do Brasil, conseguindo roubar impressionantes $140 milhões. Segundo o especialista em cadeia ZachXBT, parte desses fundos, entre $30 a $40 milhões, foi lavada por meio de criptomoedas, convertendo os valores roubados em Bitcoin, Ether e USDT através de mesas de negociação e exchanges na América Latina. Este evento ecoa um ataque cibernético recente na exchange de criptomoedas Coinbase, onde agentes de atendimento ao cliente foram subornados para revelar informações sensíveis de clientes.
Malwares e Suas Consequências
Os efeitos do malware disseminado no Brasil são múltiplos e graves. Essas ações não impactam apenas os usuários individuais, cujos dispositivos são comprometidos e dados pessoais roubados, mas também colocam sérios desafios para as instituições financeiras. O ataque não se restringe apenas à mineração de criptomoedas: as versões do malware também são capazes de instalar trojans bancários, que são programas maliciosos destinados a roubar informações pessoais e empresariais críticas relacionadas a transações financeiras.
Impacto e Resposta das Autoridades
O ataque à rede do Banco Central destaca não apenas a sofisticação crescente das táticas dos hackers, mas também expõe a vulnerabilidade das infraestruturas financeiras aos ataques cibernéticos. Felizmente, as autoridades e plataformas de criptomoeda conseguiram responder rapidamente, congelando transações suspeitas e recuperando parte dos fundos bloqueados. No entanto, a velocidade e facilidade com que os fundos foram movimentados evidenciam a dificuldade regulatória e os desafios contínuos na mitigação de crimes envolvendo ativos digitais.
O Papel Emergente das Criptomoedas
O uso acelerado de criptomoedas para lavagem de dinheiro sugere que elas estão se tornando uma ferramenta preferida para o crime cibernético, especialmente devido ao seu caráter pseudo-anônimo e à dificuldade de rastreamento. No Brasil, o interesse em criptomoedas vem crescendo, com legislações recentes sendo propostas para permitir que fundos de investimento explorem ativos digitais. Este cenário cria um ambiente onde, embora haja um potencial de inovação e crescimento econômico, também aumenta a exposição a riscos cibernéticos.
O Futuro da Cibersegurança no Brasil
A ascensão da tecnologia blockchain e das criptomoedas como meios de transferência e armazenamento de valor oferece não apenas oportunidades, mas também desafios substanciais para os profissionais de segurança cibernética. A necessidade de aprimorar as estratégias de defesa e de implementar sistemas mais robustos e adaptáveis contra ataques é vital para proteger tanto as instituições financeiras quanto os ativos de clientes. Conforme as ameaças evoluem, a colaboração internacional em cibersegurança e a aplicação de soluções baseadas em IA podem se tornar ferramentas essenciais para conter o avanço de crimes digitais.
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FAQ
H3: Como os hackers atacaram o Banco Central do Brasil?
Os hackers conseguiram acessar o sistema do fornecedor de serviços do Banco Central do Brasil e roubaram $140 milhões, utilizando criptomoedas para lavar parte dos fundos.
H3: O que eram os aplicativos fraudulentos do Google Play?
Os aplicativos falsos simulavam ser legítimos mas, após a instalação, transformavam os dispositivos em máquinas de mineração de criptomoedas e instalavam malwares bancários.
H3: Como as autoridades reagiram aos ataques?
As autoridades agiram congelando transações suspeitas e conseguiram recuperar alguns fundos. No entanto, a velocidade do movimento dos fundos apresenta desafios significativos.
H3: Quais são os riscos das criptomoedas em cibercrimes?
Criptomoedas oferecem anonimato e são difíceis de rastrear, tornando-se uma ferramenta popular para lavagem de dinheiro e outras atividades ilícitas.
H3: Como podemos proteger nossos dispositivos de tais malwares?
Manter os dispositivos atualizados, instalar antivírus confiáveis, e evitar baixar aplicativos de fontes não oficiais são medidas fundamentais para proteger contra malwares.
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Sun Valley divulga o Relatório Financeiro de 2025: Receita da mineração de Bitcoin chega a US$ 670 milhões, acelerando a transformação em uma plataforma de infraestrutura de IA
Em 16 de março de 2026, em Dallas, Texas, EUA, a CanGu Company (código na Bolsa de Valores de Nova York: A CANG (doravante denominada “CanGu” ou a “Empresa”) anunciou hoje seus resultados financeiros não auditados referentes ao quarto trimestre e ao ano fiscal encerrado em 31 de dezembro de 2025. Como empresa de mineração de bitcoin que conta com uma estrutura operada globalmente e se dedica à construção de uma plataforma integrada de energia e poder de computação com IA, a CanGu está promovendo ativamente a transformação de seus negócios e o desenvolvimento de sua infraestrutura.
• Desempenho financeiro:
A receita total do ano de 2025 foi de US$ 688,1 milhões, dos quais US$ 179,5 milhões foram registrados no quarto trimestre.
A receita do negócio de mineração de Bitcoin no ano inteiro foi de US$ 675,5 milhões, sendo US$ 172,4 milhões no quarto trimestre.
O EBITDA ajustado do ano inteiro foi de US$ 24,5 milhões, enquanto no quarto trimestre foi de -US$ 156,3 milhões.
• Operações e custos de mineração:
Ao longo do ano, foram minerados 6.594,6 bitcoins, com uma média de 18,07 bitcoins por dia; dos quais 1.718,3 bitcoins foram minerados no quarto trimestre, com uma média de 18,68 bitcoins por dia.
O custo médio de mineração para o ano inteiro (excluindo a depreciação dos mineradores) foi de US$ 79.707 por bitcoin, e no quarto trimestre, foi de US$ 84.552;
Os custos operacionais totais foram de US$ 97.272 e US$ 106.251 por bitcoin, respectivamente.
Até o final de dezembro de 2025, a empresa havia produzido, cumulativamente, 7.528,4 bitcoins desde que ingressou no setor de mineração de bitcoins.
• Progresso estratégico:
A empresa concluiu o encerramento do programa de American Depositary Receipts (ADR) e passou a ser listada diretamente na NYSE para aumentar a transparência das informações e alinhar-se à sua direção estratégica, com o objetivo de longo prazo de ampliar sua base de investidores.
O CEO Paul Yu declarou: "O ano de 2025 marcou o primeiro ano completo da empresa como uma empresa de mineração de bitcoin, caracterizado por uma rápida execução e uma reestruturação organizacional. Concluímos uma reformulação abrangente do nosso sistema de ativos e estabelecemos uma rede de mineração distribuída globalmente. Além disso, a empresa apresentou uma nova equipe de gestão, reforçando ainda mais nossas capacidades e vantagem competitiva no setor de ativos digitais e infraestrutura energética. "A conclusão da listagem direta na NYSE e a cotação em dólares americanos também marcam nossa transformação em uma empresa global de infraestrutura de IA."
"Ao entrarmos em 2026, a empresa continuará a otimizar a estrutura de seu balanço patrimonial e a melhorar a eficiência operacional e a resiliência de custos por meio de ajustes na carteira de mineradoras. Ao mesmo tempo, estamos avançando em nossa transformação estratégica para nos tornarmos um provedor de infraestrutura de IA. Com o apoio do EcoHash, vamos aproveitar nossas capacidades em poder de computação escalável e redes de energia para oferecer soluções econômicas de inferência de IA. "As transformações nas instalações e o desenvolvimento de produtos estão ocorrendo simultaneamente, e a empresa está bem posicionada para manter sua execução nesta nova fase."
O diretor financeiro da empresa, Michael Zhang, declarou: "Até 2025, espera-se que a empresa alcance um crescimento significativo da receita por meio de suas operações de mineração em grande escala. Apesar de ter registrado um prejuízo líquido de US$ 452,8 milhões nas operações correntes, devido principalmente a custos pontuais de transformação e ajustes de valor justo impulsionados pelo mercado, a empresa, do ponto de vista financeiro, reduzirá sua alavancagem, otimizará sua estratégia de reservas de Bitcoin e a gestão de liquidez, injetará novos recursos para fortalecer sua posição financeira e aproveitará oportunidades de investimento em áreas de alto potencial, como infraestrutura de IA, ao mesmo tempo em que lida com a volatilidade do mercado.
A receita total do quarto trimestre foi de US$ 1,795 bilhão. Desse total, o negócio de mineração de Bitcoin contribuiu com US$ 1,724 bilhão em receita, gerando 1.718,3 Bitcoins durante o trimestre. A receita proveniente do negócio de comércio internacional de automóveis foi de US$ 4,8 milhões.
Os custos e despesas operacionais totais do quarto trimestre totalizaram US$ 4,56 bilhões, atribuídos principalmente às despesas relacionadas ao negócio de mineração de Bitcoin, bem como à baixa contábil de máquinas de mineração e às perdas de valor justo sobre recebíveis garantidos por Bitcoin.
Isso inclui:
· Custo das receitas (excluindo depreciação): US$ 1,553 bilhão
· Custo das receitas (depreciação): US$ 38,1 milhões
· Despesas operacionais: US$ 9,9 milhões (incluindo despesas com partes relacionadas no valor de US$ 1,1 milhão)
· Perda por imparidade de equipamentos de mineração: US$ 81,4 milhões
· Perda de valor justo sobre recebíveis garantidos por bitcoins: US$ 171,4 milhões
O prejuízo operacional no quarto trimestre foi de US$ 276,6 milhões, um aumento significativo em relação ao prejuízo de US$ 0,7 milhão registrado no mesmo período de 2024, devido principalmente à tendência de queda nos preços do Bitcoin.
O prejuízo líquido das operações em andamento foi de US$ 285 milhões, em comparação com um lucro líquido de US$ 2,4 milhões no mesmo período do ano passado.
O EBITDA ajustado foi de -156,3 milhões de dólares, em comparação com 2,4 milhões de dólares no mesmo período do ano passado.
A receita total do ano foi de US$ 6,881 bilhões. Desse total, a receita proveniente da atividade de mineração de Bitcoin foi de US$ 6,755 bilhões, com uma produção total de 6.594,6 Bitcoins no ano. A receita proveniente do negócio de comércio internacional de automóveis foi de US$ 9,8 milhões.
Os custos e despesas operacionais anuais totais somam US$ 1,1 bilhão.
Mais especificamente, incluem:
· Custo das receitas (excluindo depreciação): US$ 543,3 milhões
· Custo de receita (depreciação): US$ 116,6 milhões
· Despesas operacionais: US$ 28,9 milhões (incluindo despesas com partes relacionadas no valor de US$ 1,1 milhão)
· Perda por imparidade da Miner: US$ 338,3 milhões
· Perda por variação do valor justo das garantias a receber em Bitcoin: US$ 96,5 milhões
O prejuízo operacional do ano inteiro é de US$ 437,1 milhões. O prejuízo líquido das operações em continuidade é de US$ 452,8 milhões, enquanto em 2024 houve um lucro líquido de US$ 4,8 milhões.
O lucro líquido ajustado não GAAP de 2025 é de US$ 24,5 milhões (em comparação com US$ 5,7 milhões em 2024). Esta medida não inclui despesas com remuneração baseada em ações; consulte “Uso de medidas financeiras não GAAP” para obter mais detalhes.
Em 31 de dezembro de 2025, os principais ativos e passivos da empresa são os seguintes:
· Caixa e equivalentes de caixa: US$ 41,2 milhões
· Crédito a receber garantido por bitcoins (patrimônio não circulante, parte relacionada): US$ 663,0 milhões
· Valor líquido da Miner: US$ 248,7 milhões
· Dívida de longo prazo (partes relacionadas): US$ 557,6 milhões
Em fevereiro de 2026, a empresa vendeu 4.451 bitcoins e liquidou uma parte da dívida de longo prazo com partes relacionadas, a fim de reduzir a alavancagem financeira e otimizar a estrutura de ativos e passivos.
De acordo com o plano de recompra de ações divulgado em 13 de março de 2025, até 31 de dezembro de 2025, a empresa havia recomprado um total de 890.155 ações ordinárias da Classe A por aproximadamente US$ 1,2 milhão.

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